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Sem saber estava no fim dos anos 80 agitando o que viria a ser o maior atrativo da Odontologia nos dias de hoje: a estética, que não tinha ainda a força que tem agora, não só na dentística, como de resto na maioria das especialidades odontológicas. Se a dor foi um dos motivos que mais levavam pacientes aos consultórios dentários, esta foi suplantada agora pela estética e com ela os pacientes passaram a dar mais valor a este lado artista do Cirurgião Dentista, que o diferencia de muitas profissões.

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Os traumatismos dentários ocorrem com freqüência durante a prática de esportes. Segundo uma estimativa da National Youth Sports Foundation, mais de 5 milhões de dentes são perdidos devido as atividades esportivas, anualmente. Conforme um estudo da American Dental Association – ADA, mais de 200 mil traumas orais são evitados graças aos protetores bucais. Os protetores bucais mantém os tecidos moles separados dos dentes, prevenindo a laceração dos lábios contra os dentes durante o impacto, além de reduzir e distribuir forças dos impactos frontais diretos que, de outro modo, causariam fraturas. Protetores para Esporte não são todos iguais. A comparação entre os protetores orais esportivos de fabricação exclusiva sob medida com protetores orais pré fabricados revelam significativas diferenças.

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O incômodo de roncar, para muitos, não tem solução. Para uns só com cirurgia e para outros, com cirurgia melhor deixar como está, para tormento dos que com o ronco tem que conviver, que não o próprio roncador, porque este por estar dormindo não percebe o quanto ronca e não tem seu sono atrapalhado ou inviabilizado pelo zumbido contínuo e constante a que são submetidos ou torturados seus companheiros e companheiras. De uma forma simples, para ser mais bem compreendido, o roncar é a vibração de membranas no interior da cavidade oral, que pela idade e pelo aumento de gorduras na região, vibram mais ou menos, na entrada ou na saída do ar, principalmente dos respiradores bucais. Com os anos, estas membranas vão se tornando mais flácidas, provocando um aumento da região susceptível de vibrações, fazendo com que o roncar seja cada vez mais intenso e forte. Por ser involuntário é totalmente incontrolável, sendo às vezes, um pouco atenuado com uma mudança de posição de quem está roncando, por alterar a posição dos tecidos que estavam vibrando.

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A quase totalidade dos congressos de cardiologia dos tempos atuais tem debatido um tipo de problema cardiológico que vem se tornando cada vez mais frequente entre seus pacientes, que são as endocardites bacterianas, decorrentes de processos infecciosos, principalmente os que tem origem na cavidade oral e, por consequência, causadores de uma proliferação de bactérias nocivas ao organismo. O fato preocupante é que pessoas com alguma predisposição a problemas cardiológicos, com uma simples inflamação das gengivas ou infecção de um canal não tratado, aumentam enormemente o risco de sofrerem acidentes cardiológicos, que poderiam ser evitados ou ter seu risco sensivelmente reduzido.

 

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Temos vergonha quando nos falta um dente, principalmente se for um dos da frente. Sentimos quase o mesmo quando temos uma cárie visível na região anterior. Outros pequenos defeitos, pelo convívio constante e diário com os mesmos nos afetam na auto-estima, como por exemplo: dente torto, diastema, dente escuro, dente fraturado, coloração amarelada em todos os dentes, gengiva escura, perda de gengiva com raiz aparecendo, obturação antiga visível, metal de prótese fixa ou grampo de prótese removível, prótese que se percebe facilmente ser prótese, prótese total velha e gasta, próteses que se mexem, falta de prótese por desadaptação ou desconforto. Estes e outros problemas ao longo do tempo, por sua não aceitação, vão nos levando a uma situação de constrangimento por tanto tentar dissimulá-los e não conseguirmos. Com o tempo, incorporamos vícios, como não abrir muito a boca para falar ou rir, ou disfarces do tipo crescer o bigode ou só se permitir fotografar ou olhar pelo outro lado. Tudo pela vergonha de algum defeito, que pela constância, transformam-se em verdadeiro trauma psicológico.

 

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